sábado, 17 de setembro de 2011

Ela entra no chuveiro. Devagar, sem pressa. Os pulsos espessos por cicatrizes revelam sua dor. Debaixo do chuveiro a água se mistura com as lagrimas, lá ela pode chorar. Sozinha, quieta. A água quente percorre todo o seu corpo ela passa minutos longos e demorados lá em baixo chorando, fazendo com que as lagrimas se disfarçassem  entre as gotas que vem de cima. Se tu soubesse o bem que isso faz a ela. #tãoeu

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